quinta-feira, 30 de outubro de 2014

LANÇAMENTO CONJECTURAS_POÉTICAS




Aos amigos que me prestigiaram com sua presença, àqueles que o fizeram à distância e àqueles que, embora desejando, não o puderam fazer, o meu MUITO OBRIGADO.
Vejam as fotos do maravilhoso evento.




quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Centenário da morte de Augusto dos Anjos

Clicar sobre a foto para ampliar.


Ver matéria original em 

terça-feira, 21 de outubro de 2014

Na Mídia - Conjecturas Poéticas (Gazeta - Variedades - Uberlândia)


APLAUZZO para você, confira nessa semana um breve resumo do livro Conjecturas Poéticas de Ademar da Silva, da editora de Assis EdIvone De Assis. Vamos ouvir também o que o representante do skatistas de Uberlândia Claudio Leandro Leamdro tem para falar sobre o esporte. E para finalizar as tendências de moda com colaboração de Karine Bastida.


segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Ivone, dica de leitura

Amiga Ivone na TV PARANAÍBA, afiliada da rede Record de Televisão


quinta-feira, 16 de outubro de 2014

A praga humana

dema

Posto que nova,
tamanha a desova.
Devora o planeta, boi de piranha,
(que sanha!), insaciável traça,
da crosta, dos ares,
humana raça.
Vão-se as florestas,
assim os minerais,
oceanos e mares,
ozônio, outros gases;
aves, insetos, demais animais.
A terra reage, intenta,
tufão, tornado, tormenta,
tsunami após maremoto,
vulcão, terremoto,
seca, dilúvio, glaciação;
que nada, quem sabe, infecção:
pandemia de gripe, vírus, bactérias,
aids, câncer e outras quimeras...
Barbada, parece barata,
coisa nenhuma a desbarata,
cresce, se multiplica.
Não basta o espaço terrestre,
procura por corpos celestes...
Nisto ‘stará o mais perverso,
infetar, por inteiro, o universo.
Deus, então, que se cuide!
Já teve filho pregado na cruz.
Achará jamais quem O ajude.
Há saber com sua própria luz.
Poder não Lhe falta, inda bem,
irá precisar de ninguém.
Quem dera um calor escaldante,
ou, pudera, colisão total,
dê cabo dessa repugnante
desgraça de espécie infernal!
É de esperar-se que um dia,
no atraque ao seu porto destino,
ocorra o previsto extermínio,
por dispepsia de autofagia.

DEMAISILVA

sábado, 11 de outubro de 2014

Do sul pro norte

dema

Fico ainda um tempo,
depois me vou.
A tarde cai,
assim, a minha.
Um bando de aves céleres corta os ares
do sul pro norte.
Quem irá bisbilhotar o céu quando eu me for?
Vasculhar o azul dos vagos de nuvens brancas
na espera do inesperado, lá de cima,
um astro celeste, uma divindade,
um viandante universal, um corpo que desce?
Outro grupo de pássaros, cem, acima de cem...
bate asas do sul pro norte.
Aos poucos,
o azul cinzando,
as nuvens chumbando,
rasgos de luz se abrandando.
Algumas pombas de mim se aproximam
e se achegam às traves da garagem.
Já não arrulham. Aquietam-se...
Mais um apressado time rasga para o norte.
A vizinhança da noite espanta-os do sul,
alerta-os a que procurem estalagem.
Nova turma...outra...
O que haverá no norte a tornar seu norte?
Além de mim, quem notará sua passagem.
Foi-se o branco, o cinza, o chumbo
e o azul. Agora o negro predomina.
Por entre vazios (ao certo) de nuvens,
surgem pontos cintilantes.
Que bonito no darc!
A aeronave estronda no breu que cintila
e me desperta para a noite.
Tudo era dinâmico e belo enquanto não passava a máquina.
Só um pouco e eis que me vou.
Quem verá a aeronave estrondar no breu
e romper a harmonia natural?
Creio que, amanhã, ao cair da tarde,
as avezinhas, enturmadas, correrão novamente
do sul pro norte...

Cada gosto um gosto

dema

Vivas ao azul,
a cor do céu,
do mar,
também, meu Bem,
do teu olhar.
Azul, ave a planar.
Já o vermelho
haveria de ser a vida,
mas nada.
Da guerra, espelho.
Areia sangrenta
de cabeças decepadas,
inferno,
fogo a lamber as invernadas,
baderna,
ódio nos olhos do camarada.
Vivas ao azul!
Tumbique-se o vermelho
e o que mama nas tetas do capeta!

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

Convite - lançamento de livro



Amigos,

No próximo dia 24 (outubro corrente), estarei promovendo o lançamento de "Conjecturas Poéticas", na Assis Editora, a partir das 20:00hs, conforme imagem abaixo. Sua presença aumentará a alegria de todos que participarão do evento.




Nota do autor

Em caráter propedêutico, de cunho mais demonstrativo do que sinestésico, costuram-se as linhas seguintes.
Rumando pela trilha antes eleita para “Devaneios”[1],Sabor de Pecado e outras essências[2] e “Solidão e Outras Tristezas[3], vem à luz o novo livro, “Conjecturas poéticas”, que talvez possa merecer a alcunha de bazar de poemas, tal a diversidade de temas abordados.
A obra distingue-se das demais pela inexistência de compromisso com uma linha mestra de assuntos, variando do lirismo para a filosofia, perpassando religião, temas sócio-políticos, outros ligados à natureza e ao poeta em si, para culminar num sensualismo mental. Há, sim, preponderância de um lirismo saudosista, possivelmente merecedor de adjetivação clássica, nada vulgar, que muito se aproxima da forma como a lascívia vem tratada. Longe a pieguice como ausente a nudez verbal explícita dos poemas pseudoconcupiscentes, dir-se-ia que, nesta obra, lirismo e erotismo fundem-se em temática única.
Em grau secundário, porém, relevante, exsurgem os poemas de patente filosófica, com acentuado fundo ético e moral. Deles integrante, mas como faceta distinta, ressalta a presença marcante do transcendentalismo, denotador da preocupação existencialista do autor, uma constante exteriorizada nos escritos precedentes, posto menos acirrada do que em Solidão e outras tristezas.
Engajado virtualmente na realidade sócio-política do país, impossível se tornara ao autor não deixar extravasar o desconforto com os desmandos políticos alimentados por um ideologismo obsoleto e pela corrupção gritante em todas as esferas de governo, à revelia de problemas cruciais que atormentam a sociedade brasileira, assim a insegurança, o desleixo com a saúde, a educação de péssima qualidade, a insuficiente infraestrutura necessária a um desenvolvimento sustentável, dentre outros. Nada de sectarismo político-partidário, mas um compromisso com a cidadania e o grito irônico de advertência para a necessidade de melhorias nos campos socioeconômicos para toda a população.
Impende, ademais, indigitar o lado cômico no trato com a morte, quiçá uma maneira de aliviar a permanente indigestão da efemeridade.
De modo geral, não há preocupação com métrica, embora presentes alguns poemas metrificados. A grande maioria são versos livres, todavia, quase sempre voltados para a rima. Verifica-se uma tentativa de imprimir cadência e fluidez aos versos, para tornar a leitura mais leve e melódica.
Conjecturas poéticas” é um trabalho simples, despretensioso, que vem acrescer o acervo publicado do autor, resultante, em suma, do vício inveterado adquirido com o hábito de escrever.
Que os poemas aqui insertos possam propiciar algum deleite a quem a eles tiver acesso.

O autor.


Uberlândia, julho de 2014



[1] Editora Livre Expressão. RJ. 2010
[2] Assis Editora. Uberlândia. 2012
[3] Assis Editora. Uberlândia. 2013


sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Convite Lançamento - ANTOLOGIA DA ALG

Embora em cima da hora, segue convite:




AUTORES
Ademar Inacio da Silva
Alberto Amoedo
Alfredo de Sousa Pereira
Ambrosina Coradi
Ana Cristina Costa Siqueira
Ana Dias
Angela Guerra
António Boavida Pinheiro
Arlete Trentini dos Santos
Cecilia Torres Nogueira
Celia Lamounier de Araujo
Conceição Oliveira
E Campel
Eloisa Helena Cavalcanti Barroso
Emanuel Angelo Nascimento
Francielle Thaiane Guedes da Silva
Isis Dias Vieira
Izabelle Valladares
J.C. Bridon
Jane Baruki Ferreira
João de Deus Rodrigues
Jozenilda de Albuquerque
Luísa Maíra de Jesus Amoêdo
Luzia Lina de Souza Correa
Mariane Figueiredo
Mirian Menezes de Oliveira
Moema Tavares
Nara Pamplona
Nayara Queiroz
Neide Maia
Neri França Fornari Bocchese
Renata Braga de Freitas
Rita Velosa
Rosangela Calza
Rosemira Rodrigues da Silva "Rosa D' Saron"
Sergio Borsoi
Sergio Carvalho dos Santos
Telma Brilhante
Valéria Victorino Valle
Vera Novo Fornelos
Vera Victorino Valle
Vonclalvison Miranda Dias

em DEMASILVA 

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Filhote novo

Ontem, 30/09/14, a cegonha entregou-me meu mais recente filhote, “CONJECTURAS POÉTICAS”. Eita garoto que ficou bonitinho! Não é afrodescendente, mas sua pele tem a cor do ébano. Publicado pela Assis Editora, nossa parceira.

Daqui mais alguns dias (e você será intimado a comparecer) faremos seu lançamento. Possivelmente estará, a partir de então, à venda na Editora. Veja a carinha desse nenê!

VER ENTREVISTA TV PARANAIBA - AFILIADA REDE RECORD