"NUNCA É TARDE" é um blog que divulga ideias e produções que podem incrementar sua bagagem cultural. Traz textos profissionais, religiosos, literários, filosóficos, dentre outros.
segunda-feira, 29 de junho de 2009
Butterfly
domingo, 21 de junho de 2009
Glória a Deus!
Glória a Deus sempre!
Essa força suprema e eterna, para nós inexplicável,
que tudo faz e tudo move,
expande o universo e o sustenta,
traça o caminho dos astros,
transforma o macro e o microcosmos!
Glória ao Senhor da escuridão e da luz!
Glória a Deus,
vida e amor,
que nos faz à sua semelhança,
compartilha-se com suas criaturas!
Glória a Deus fulgurante,
que, como a luz, tudo aclara,
Deus onipresente e sem forma,
que em cada ser criado se manifesta,
em tudo e a todos se revela!
Glória a Deus,
Pai da liberdade,
Fonte de esperança,
Senhor da vida e da morte,
glória, sempre glória!
Glória pelo dia,
glória pela noite!
Pelo sol e pelas estrelas,
Pela chuva e pela seca
Pela fartura e pela miséria!
Glória, Senhor, pela vida!
Glória pela inteligência!
Glória pela morte,
pois sem ela não o veremos na plenitude de nossos limites!
Glória, Senhor,
pelo amor, senão a vida se invalida!
Glória pela energia latente em cada ser,
Glória por me fazer sua criatura!
Gloria in excelsis Deo!
sábado, 13 de junho de 2009
sexta-feira, 12 de junho de 2009
A LIDERANÇA E A DIALÉTICA: O NARRADOR DE HISTÓRIAS.
Resumo
Comunicação oral:
Introdução: O interesse da pesquisa é orientar os professores do Ensino Fundamental para que sejam bons contadores de histórias e possam proporcionar a seus alunos momentos constantes de contato prazeroso com a literatura, via contos de fada, gibis e livros infantis e livros históricos. Contar histórias é matéria de conhecimento e de formação científica. Objetivos: Orientar os que fazem uso da cátedra escolar, sobre as formas para melhor contar histórias e indicar as histórias recomendadas para a formação escolar e vital. Material e metodologia: por intermédio da leitura e interpretação de texto será estudada a proposta de HAMMMEN, Sabrina Vianna. Como levar a criança a se interessar por histórias. sahammen@hotmail.com; CAVALCANTI, Afonso de Sousa. Procura e Discernimento. V. I, n. 2, 2006. Discussão: O sujeito contador de histórias necessita: conhecer bem a história; identificar os personagens, os lugares onde eles freqüentam e o que eles fazem; planejar bem antes de contar as histórias e narrá-las com naturalidade e entusiasmo; evitar ênfases a detalhes simples; viver os personagens das histórias; prender o público ouvinte à narrativa e gerar prazer aos que ouvem; demonstrar simplicidade, otimismo, graça, honestidade, equilíbrio, bom humor e calor humano. Conclusão: O contador de histórias deve possuir boa dose de cultura e certa grandeza de caráter para ter uma visão ampla dos problemas da vida e da educação e interpretar corretamente os fatos que ocorrem em sua comunidade, no país e no mundo. Ao mesmo tempo, precisa ter criatividade, inteligência e imaginação. Palavras-chave: Imaginação, Dramatização. Linguagem.
Clique na URL a seguir e conheça a íntegra.
http://docs.google.com/View?id=ddjqdvsk_167c583x6ds
quinta-feira, 11 de junho de 2009
GÊNEROS NA COMUNICAÇÃO: ORAIS E ESCRITOS.
CAVALCANTI, Afonso de Sousa, Professor de Filosofia e Sociologia da FAFIMAN. E-mail: afonsoc3@hotmail.com
Comunicação oral
Introdução: Neste trabalho, as várias formas de comunicação, oral e escrita, apresentam alguns significados de gêneros que são utilizados na retórica e na literatura. Estes, por sua vez identificam: os clássicos - o lírico, o épico e o dramático - e os textos modernos - identificados como romance, novela, conto, drama etc. Objetivos: Demonstrar que o uso dos vários gêneros, escritos ou orais favorece o relacionamento humano e melhora a utilização da língua. Reconhecer que o uso da língua efetua-se em forma de enunciados orais e escritos e este se origina dos integrantes da atividade humana. Material e método: Este estudo analisa ORLANDI, Eni Puccinelli.A linguagem e seu funcionamento: as formas do discurso. S. Paulo: Brasiliense, 1983; BAKHTIN, M. Estética da criação verbal. Trad. Maria Ermantina G.G. Pereira. São Paulo: Martins Fontes, 1992. Língua Portuguesa e Literatura. Cadernos de Ens. Fund. V. 8. SEED – Ensino de Primeiro Grau. Curitiba, 1994. Estes afirmam que a escola ajuda a cultivar seus tipos relativos e estáveis de enunciados, denominados de gêneros do discurso. Na ponte entre o professor e o aprendiz passam os vários gêneros da linguagem. Discussão: Escrever e falar com qualidade consiste em produzir a variedade dos gêneros do discurso. As produções dos gêneros do discurso são muitas. Estas atingem as diferenças: facilitam a compreensão, simplificam e objetivam a comunicação e aproximam os grupos para que criem e aumentem consciências individual e coletiva. Os gêneros aqui apresentados podem ser vistos como: primários – fazendo parte do cotidiano da linguagem (do imediato) -, expressos em formas de bilhete, cartas, diálogos, relatos familiares e outros; secundários (do mediato) – formulados pela linguagem oficializada -, destacados em romance, teatro, discurso científico, teses etc. Conclusão: Os comunicadores, ao relacionar-se com os outros, passando-lhes suas mensagens escritas ou orais, no momento da escolha do gênero, estes não se tornam espontâneos. O uso das mensagens depende de finalidades, tais como: informar, argumentar, instruir, entreter, seduzir, convencer, doutrinar, propagar e outros. As práticas discursivas e os gêneros do discurso variam conforme o texto é produzido. O texto escrito traz em seu bojo o objetivo de quem o escreveu, para quem o escreveu, porque o escreveu, onde o escreveu e outras exigências. Palavras-chave: Gêneros. Discurso. Linguagem. Práticas comunicativas.
VEJA A ÍNTEGRA:
http://docs.google.com/View?id=ddjqdvsk_164dg49g7cq
O ESCRITOR É TAMBÉM EXCRETOR.
Comunicação oral
Resumo
Introdução: Alguns pensadores afirmam que “Escrever é um dom”; “Escrever é vocação”; “Para escrever é preciso inspiração”. Muitas pessoas procuram profissionais de renome para testar a qualidade de seus escritos. Possivelmente elas mesmas já podem ter a resposta, basta que elas se certifiquem do quanto lêem e do tempo que gastam pensando para definir e conceituar sobre o que escrevem. Objetivos: Desenvolver hábitos para exorcizar os fantasmas do medo de não saber expressar seus pensamentos. Material e método: o estudo analisa ORLANDI, Eni Puccinelli. A linguagem e seu funcionamento: as formas do discurso. S. Paulo: Brasiliense, 1983; TÁVOLA, Artur da. Jornal O GLOBO, de 28/02/1999; PERES, Marcolino Suely. Comunicação e expressão e literatura IV. INSEP, 2006. Para eles, o professor precisa cultivar a compaixão pelos futuros escritores. Ensinam que “A inclusão do excluído, ou a inclusão do outro”, precisam ser encaradas com seriedade. Discussão: Escrever com qualidade consiste em utilizar-se de definições e conceitos e produzir o texto. Depois, deixar o texto descansar. A pressa para revisar o texto deve ser deixada de lado. A correção do texto precisa ser implacável, sem dó, sem medo e ressentimento. Arranque da antiga escrita o que não agrada por não especificar, discernir e facilitar a compreensão daquilo que está sendo dito. O tempo para corrigir não importa. Pode levar dias, meses, anos. Busca-se libertar-se para a ordem, a sensibilidade e o entendimento. Conclusão: qualquer pessoa, não importa a profissão assumida ou a simples função que ocupa temporariamente: esta tem necessidade em dominar bem algumas boas formas de comunicação. Ao relacionar-se com os outros, passando-lhes suas mensagens escritas ou orais, é que o escritor perceberá que ler e ler atentamente, é muito importante para falar e escrever. É no momento de colher resultados que o leitor e o excretor são o escritor. A presença de espírito, por ter a coragem de afastar os fantasmas - a preguiça de ler, a busca constante do aperfeiçoamento - fará surgir a humildade intelectual e abrirá a mente do escritor que soube excretar os negativos para a boa expressão, não importa por quais gêneros textuais e orais use. Palavras-chave: Escritor e excretor. Dom e conquista. Comunicação e resultado.
ACIDENTE
A cidade dorme sob a garoa.
As luzes vão sumindo
enquanto pela estrada curta
voam rumo ao acidente.
Ninguém vela,
nem vagalumes brilham.
Faz frio.
Da direita a escarpa encansável
espera o fatal deslize.
Quase todos dormem... todos...
Sequer tempo de gritar.
Lá em baixo ainda dormem,
eternamente,
sob a garoa fina que mais ao longe
embaça as luzes da cidade.
